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O Centésimo "macaco" pode ser cada um de Nós

July 5, 2011
Para o título da mensagem ter sentido, é necessário a leitura completa. Um outro título para esta mensagem seria “Massa crítica e Teoria dos Campos Mórficos“. 

A hipótese dos campos morfogenéticos foi formulada por Rupert Sheldrake. Segundo o holismo, os campos morfogenéticos são a memória coletiva a qual recorre cada membro da espécie e para a qual cada um deles contribui.

Morfo vem da palavra grega morphe que significa forma. O campos morfogenéticos são campos de forma; padrões ou estruturas de ordem. 
Este conceito ficou obscuro até que Rupert Sheldrake utilizou em sua teoria. A idéia de “campo” foi utilizada por Einstein que incluiu o “campo gravitacional” como o que mantém todo o universo junto.
Como os organismos complexos surgem a partir de estruturas tão simples como as sementes ou ovos?
Como uma castanha do pará se transforma numa árvore,ou um óvulo humano fertilizado num adulto?
A partir do conceito de “campo morfogenetico”, Sheldrake desenvolveu as noções de “Campo Mórfico”. ”unidades mórficas“ e “ressonância mórfica”.
O exemplo mais comum que se encontra ao pesquisar é sobre “A Teoria do Centésimo Macaco ” de Rupert Sheldrake.
Era uma vez duas ilhas tropicais, habitadas pela mesma espécie de macaco, mas sem qualquer contato perceptível entre si. Depois de várias tentativas e erros, um esperto símio da ilha “A” descobre uma maneira engenhosa de quebrar cocos, que lhe permite aproveitar melhor a água e a polpa. Ninguém jamais havia quebrado cocos dessa forma. Por imitação, o procedimento rapidamente se difunde entre os seus companheiros e logo uma população crítica de 99 macacos domina a nova metodologia. Quando o centésimo símio (Massa Crítica) da ilha “A” aprende a técnica recém-descoberta, os macacos da ilha “B” começam espontaneamente a quebrar cocos da mesma maneira.
A palavra chave aqui é “hábito“, sendo o fator que origina os campos morfogenéticos. Através dos hábitos os campos morfogenéticos vão variando sua estrutura dando causa deste modo às mudanças estruturais dos sistemas aos que estão associados. Segundo o cientista, os campos mórficos são estruturas que se estendem no espaço-tempo e moldam a forma e o comportamento de todos os sistemas do mundo material.
Átomos, moléculas, cristais, organelas, células, tecidos, órgãos, organismos, sociedades, ecossistemas, sistemas planetários, sistemas solares, galáxias: cada uma dessas entidades estaria associada a um campo mórfico específico. São eles que fazem com que um sistema seja um sistema, isto é, uma totalidade articulada e não um mero ajuntamento de partes.
Sua atuação é semelhante à dos campos magnéticos, da física. Quando colocamos uma folha de papel sobre um ímã e espalhamos pó de ferro em cima dela, os grânulos metálicos distribuem-se ao longo de linhas geometricamente precisas. Isso acontece porque o campo magnético do ímã afeta toda a região à sua volta. Não podemos percebê-lo diretamente, mas somos capazes de detectar sua presença por meio do efeito que ele produz, direcionando as partículas de ferro. De modo parecido, os campos mórficos distribuem-se imperceptivelmente pelo espaço-tempo, conectando todos os sistemas individuais que a eles estão associados.
Sabemos que a humanidade vive em permanente estado de mudança. Comportamentos, valores, tecnologias, ética e moral, tudo o que está relacionado com a vida do homem em sociedade tende a mudar a uma velocidade cada vez maior. 
E é nesse ponto que surge uma pergunta interessante:  quem muda primeiro, o indivíduo ou a coletividade?
Se aceitarmos que o coletivo muda antes, explicamos facilmente as mudanças de comportamento de cada um de nós. Mas … e a mudança do coletivo, deve-se a quê? 
Não conseguimos explicar como é que o coletivo muda sem aceitar que haja um indivíduo para iniciar o processo. 
A história, a lógica, a matemática, a física e todas as outras ciências dizem a mesmíssima coisa: um simples gesto seu pode ser a gota d` água. São as ações individuais que desencadeiam as ações coletivas, que se transforma em comportamento generalizado.
Toda a mudança do coletivo nasce de uma ação individual, que é absorvida pelo conjunto sem ser percebida  – a não ser em poucas exceções. Ações individuais são respostas ao estado de consciência do indivíduo, tendo como pressuposto atender as suas próprias demandas morais. Em outras palavras, as pessoas adultas, no sentido intelectual, emocional e moral, buscam atender a si mesmas e não dependem de agradar a outros nem de serem imitadas para encontrar a justificativa de seus atos. Fazem o que lhes parece melhor e certo. Se contaminarem outros, ótimo. Mas têm, ao menos, a certeza de estarem fazendo sua parte.
É por isso que ações individuais contam:  elas podem se transformar em ações coletivas. Uma ação isolada interfere em todo o conjunto. E, ao final, as ondas produzidas sempre revertem em nosso favor. Mas, para isso, há pelo menos três pressupostos:  a coragem, a persistência e a relevância.
Coragem – Porque o homem, por princípio biológico, é um ser resistente a mudanças. Nosso instinto é o de resistir a toda atividade que consuma energia – até  caminhar, se fosse possível. Mudar um comportamento exige, sim, uma dose considerável de coragem, pois quem muda está indo contra uma condição estável. Mudanças incomodam, pois exigem esforço pessoal de acomodação.
Persistência – Porque as mudanças comportamentais não ocorrem de uma hora para outra. São incutidas por intermédio da repetição do estímulo. Você não assume um modismo como comportamento, a não ser que o mesmo seja persistente – quando, então, deixa de ser apenas modismo.
Relevância – Porque a coragem e a persistência serão toleradas e aceitas se o que se está propondo fizer sentido, for ético e moral. Propostas irrelevantes são as ilógicas ou as injustas e só podem ser impostas pela força – como, aliás, aconteceu e continua acontecendo nos regimes totalitários de países, empresas, escolas ou famílias. Só que, nesses casos, o costume não persiste por muito tempo:  ele acaba sendo substituído pelo estímulo de um membro da coletividade, alguém dotado de coragem, persistência e relevância.
Usando o mais simples dos exemplos, se você vive em um lugar onde as pessoas cultivam o hábito de jogar lixo na rua, como papéis de bala e tocos de cigarro, você tem duas opções: entra no jogo do geral ou assume uma atitude individual de não sujar a rua.
Se você opta pela Segunda, conseguirá, de acordo com as estatísticas, contaminar pelo menos uma pessoa. E, a partir de então, serão duas a contaminar as demais e assim sucessivamente, até mudar o comportamento do grupo inteiro ou da sua maioria. Nesse caso, estiveram presentes a coragem de fazer diferente, a persistência para resistir à tendência à acomodação e a relevância, pois higiene é um comportamento louvável. 
Se a situação fosse invertida (você com o hábito de jogar lixo em  um ambiente limpo), não conseguiria se impor: a coragem e a persistência não venceriam sem a relevância.
O homem  descobriu cedo que a sua força está na coletividade. Podemos até encontrar alguns ermitões, mas, em geral, nos comportamos como seres coletivos, pertencemos à grei, ao bando, ao rebanho – ou, como parece melhor, pertencemos à sociedade.  
Todavia, cada pessoa, ao executar uma ação, leva em consideração as ações dos demais. Não faz como a formiga, que tem certeza que as ações das demais serão tão colaborativas quanto a sua. A espécie humana joga com as probabilidades.
Como uma alegoria, o centésimo macaco contém a promessa que, quando um número crítico de pessoas mudar seu comportamento ou atitude, a cultura como um todo mudará. 
O que era inimaginável é feito por alguns, depois por muitos, até que um número crítico de pessoas faz a mudança e torna-se o padrão de como agimos e do que somos como seres humanos. 
Se um número suficientemente grande de pessoas (massa crítica) adquirir novos conhecimentos ou maneira de ver as coisas, isso vai se espalhar por toda a humanidade.

Sendo assim, só é necessário uma pessoa para completar a massa crítica, e desencadear um novo conhecimento para toda a humanidade de Seres de Luz, cuja Religião é o AMOR!.


O CENTÉSIMO “MACACO” PODE SER CADA UM DE NÓS

Fontes: http://www.grupos.com.br/group/rede.aquariana.brasil/

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