Skip to content

Cinco razões para não comer comidas geneticamente modificadas

July 1, 2011

Um grande desafio nos Estados Unidos, onde as comidas geneticamente modificadas devem ser anunciadas como tal. Vale a pena ler.Dependendo de quanto tempo você lê sobre comidas geneticamente modificadas, você não terá duvida de que não deve fazê-lo. Os leitores perguntam: “Como lutar contra a comida geneticamente modificada e a Monsanto”? Afinal, o que fazer? Vamos recapitular antes de oferecer mais informação sobre os novos desenvolvimentos do alimento geneticamente modificado neste ano.

Mesmo sem haver aviso na embalagem, há muitos modos de evitar esses alimentos, nos educarmos e aos outros, e até lutar por uma legislação mais rigorosa.

Cinco razoes para não comer alimentos geneticamente modificados, segundo a Associação de Livre Saúde:

Fomos confrontados com a mais poderosa tecnologia conhecida pelo mundo, mas estamos privados de conhecimento se suas consequências – Dra. Suzanne Wuerthelle, do departamento americano de proteção toxicológica. A maioria dos Americanos está inconsciente do fato de que comem alimentos geneticamente modificados todos os dias. Isto porque os gigantes da modificação genética, envergonhados de suas criações, recusam-se a anunciar o fato nas embalagens dos alimentos. Os consumidores são ludibriados com outras informações que são consideradas “mais importantes”. Há informações tais como os atos de filantropia de Bill Gates que, sorridente, fala dos benefícios da modificação genética para eliminar a fome do mundo.
Eles ignoram estudos que comprovam que colheitas geneticamente modificadas podem produzir menos que as tradicionais, ou exigem mais pesticidas ou mesmo que certas sementes são estéreis, garantindo um monopólio dos alimentos. Ou pior ainda, que os hamsters alimentados com estes produtos ficaram estéreis, após três gerações de soja geneticamente modificada.
Sejamos diretos: nenhuma colheita geneticamente modificada realmente produziu mais que o normal. Não foram criadas para tolerar secas, diminuir o uso de fertilizantes ou recuperar o solo. Não mesmo. (Dados fornecidos pelo especialista em biotecnologia dos US EPA e US FDA, Dr. Doug Gurian-Sherman). Claramente os resultados visam apenas beneficiar um projeto de controle secreto dos alimentos muito sinistro, levando a redução de população através de piora da saúde ou esterilidade. Mas essa não é a única razão para temermos os alimentos geneticamente modificados. Dar suporte aos alimentos geneticamente modificados não só é ignorância, é também um sem fim de consequências negativas. Aqui vão cinco dentre elas:
1 – As colheitas geneticamente modificadas destroem a natureza. A monocultura repetitiva, modificada ou não, leva à morte do solo que leva ao uso dos fertilizantes químicos e pesticidas em altas quantidades. Os vegetais geneticamente modificados foram desenvolvidos inicialmente para resistir aos pesticidas, permitindo assim seu uso indiscriminado. Os pesticidas podem ser usados em doses ultra letais, seguindo para os córregos, poluindo tudo no seu caminho. É aceito como fato que o fenômeno é responsável pela zona morta do Golfo que está do tamanho do estado de New Jersey. Além disso, a agricultura proposta pelos alimentos geneticamente modificados depende do combustível fóssil. Começando pela aragem, plantio, aplicação dos pesticidas, colheita e distribuição. Todo nosso sistema depende do petróleo. E o que destrói o ambiente não pode ser bom para o homem.
2 – Alimentos geneticamente modificados são insalubres para o homem. Houve pouco teste sobre suas consequências no ser humano, mas testes em animais deram resultados danosos a saúde. A substância mais frequentemente usada como pesticida, o glifosato, causa defeitos congênitos. E mais além, esterilidade generalizada em ratos de laboratório. Isso seria a razão do declínio da fertilidade humana? O glifosato pode causar morte total do tecido umbilical, fetal e placentário em 24 horas, conforme o estudo já citado em hamsters, de 2008, segundo o Dr. Jeffrey Smith. Os resultados nestes animais após dois anos de soja geneticamente modificada se mostraram devastadores, deixando os hamsters estéreis. Eles também cresciam mais lentamente, com uma mortalidade infantil maior que o normal. Observou-se também que o consumo do alimento geneticamente modificado leva ao apodrecimento dos intestinos e alergias em animais testados. Assim, as mutações mostraram-se danosas a saúde, ainda que experimentalmente, mas onde há fumaça há fogo.
3 – A contaminação genética antinatural: qualquer mutação liberada na natureza pode ter consequências imprevisíveis. A liberação de um animal estrangeiro em um dado território é algo semelhante ao alimento geneticamente modificado solto na natureza. – porque os alimentos geneticamente modificados não são nativos de lugar algum. Eles podem contaminar plantas nativas, com danos incalculáveis. Um arroz geneticamente modificado não aprovado contaminou o arroz nativo dos Estados Unidos. O milho geneticamente modificado na Espanha causou uma redução drástica no cultivo deste grão e tornou a coexistência com a espécie nativa impossível. Pior ainda, os gigantes da modificação genética sabem disso e processam fazendeiros por quebra de patente se suas plantas forem geneticamente modificadas. É possível ser mais maldoso? Sim, é possível…
4 – O alimento geneticamente modificado é um cartel que praticamente monopolize a indústria alimentícia. Acredita-se que 90% da semeadura dos campos de soja americanos seja fornecida pela Monsanto, segundo a agencia Bestmeal. Em 1996,quando a Monsanto começou a vender sua soja Roundup Ready, só 2% da produção usava genética patenteada. Hoje, 90% da produção pertence à genética da Monsanto. Na Argentina, outro gigante na produção de soja, 98% da produção é geneticamente modificada. Mais de 50% da soja produzida no mundo pertence a Monsanto. O mesmo se pode dizer do milho geneticamente modificado.
Os grandes gigantes agrícolas receberam grande auxílio do governo Americano no sentido de aumentar seu monopólio nas fazendas e na produção do álcool de milho, eliminando assim a competitividade dos fazendeiros tradicionais no exterior. O governo americano tem subsidiado pesquisas nesse campo, embora o monopólio proteja patentes privadas. A simples noção de comida patenteada representa tomar propriedade absoluta sobre a comida, e, portanto, sobre a vida. A natureza cada vez mais monopolista da comida talvez seja ainda mais assustadora que os danos à saúde. Impeça isso dando preferência aos produtores locais.
5 – Ela arruína os fazendeiros. Além da contaminação mútua que destrói agricultura orgânica, os fazendeiros que usam o geneticamente modificado não estão mais prósperos que os demais. Na verdade, eles são praticamente arrendatários para os Mestres do Geneticamente Modificado. Assista o vídeo “O Mundo Segundo a Monsanto”(the world According to Monsanto) para entender melhor como a comida geneticamente modificada afetou os fazendeiros.
Tradução: Chico Penteado para o blog Transição Planetária
Fonte
Sources:
http://www.activistpost.com/2011/06/5-reasons-not-to-eat-gmo-foods.html#more
http://www.saynotogmos.org/10reasons_need.pdf
No comments yet

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s

%d bloggers like this: